NÃO DEVEMOS TEMER OS QUE DETÊM O PODER


02/10/2007


POR UMA NOVA CONCEPÇÃO DE FINANÇAS NO MOVIMENTO ESTUDANTIL

Ao longo de décadas de lutas, os estudantes brasileiros, desenvolveram uma concepção de M.E. ligado à luta pela transformação da sociedade junto com as camadas mais exploradas da população. Para construir um M.E. vinculado à luta do povo, é preciso, antes de tudo, ter um M.E. democrático, independente dos patrões, dos poderosos e do governo. Essa independência a UNE não tem mais. A perda de independência política da UNE está diretamente vinculada com à perda de outra independência: a independência financeira. Ano após ano, a UNE começou a receber mais e mais dinheiro do Estado. Quando o governo LULA sobe ao poder essa quantia passa a atingir a casa dos milhões. Sabemos que, na sociedade capitalista,quem paga a banda escolhe a música. Não foi diferente com a UNE, que se tornou cão-de-guarda do gov. neoliberal de LULA.Também através da famosa "máfia das carteirinhas" e de convênios com empresas privadas a UNE não só se degenerou e perdeu sua independência, como viciou o M.E. em uma concepção equivocada de finanças. Um M.E. que não está acostumado a levantar finanças com as próprias mãos, sempre ficará refém de governos, reitorias e patrões.Por isso a construção de uma nova concepção de M.E. passa também pela construção de uma nova concepção de finanças.Diante desse quadro, nós da CONLUTE tomamos como tafera do dia retomar a concepção de M.E. independente, não só no que toca sua política, como também nas suas finanças. É fundamental debater com todos que constroem a CONLUTE sobre a necessidade de um projeto de finanças independente. Como primeiro passo o Colegiado da Conlute aprovou arealização de uma rifa nacional.Com ela pretendemos iniciar essa discussão, e avançar na costrução de uma Coordenção democrática, de luta e independente.
(Pâmella Spinelli-USP)

INFORMAÇÕES DA RIFA
Prêmios:1 DVD, 2 pendrives, 2 livros
Sorteio:24/10/2007
Valor:R$ 1,00
PROCURE UM COMPANHEIRO DA CONLUTE ADQUIRA E VENDA AS RIFAS

Escrito por o grupo às 09h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/09/2007


Nota do Grupo

Não devemos temer os que detêm o poder!

Construindo a

               

Olá! O grupo “Não devemos temer os que detêm o poder!”, que aglutina estudantes da UECE, vem através dessa breve nota dialogar um pouco sobre as lutas que o Movimento Estudantil ueceano vem travando e ainda travará.

 

A Jornada em Defesa da Educação Pública, movimento que ocorreu em todo o país, teve aqui na UECE materialidade através de dois atos no dia 22 de agosto que ocuparam a REItoria da Universidade. Essa ocupação, que totalizou três dias, contou com o apoio de estudantes, funcionários, professores e movimentos sociais. As reivindicações tiveram como eixo central derrotar a resolução R$199 (320/07) e lutar pelo pagamento dos bolsistas da PRAE.  A UNE (União Nacional dos Estudantes), que hoje é base de apoio do Governo Lula, mais uma vez teve uma posição vacilante, pois não construiu a Jornada nas bases e também tentou de todas as maneiras inviabilizar a luta contra a Reforma Universitária. Porém, contrariando esses governistas, os(as) estudantes mostraram grande disposição para lutar contra a REItoria e o Governo.

 

Que resolução é essa?

Uma das formas de acelerar o processo de privatização das universidades brasileiras são as chamadas PPPs (Parcerias Público Privadas – que também fazem parte do projeto de Reforma Universitária). Através das PPPs os governantes abrem as portas da universidade pública para empresas e fundações privadas. Com essa “parceria” a iniciativa privada começa a dispor do nome da universidade, de professores, salas, matérias, etc, para encherem seus bolsos através de cursos pagos, taxas, mensalidades, etc. Em nossa universidade é o IEPRO (Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos) que cumpre esse nocivo papel.

A resolução R$199 (320/07) legitima a privatização da UECE através da expansão de cursos pagos (extensão, pós-graduação, mestrado profissional etc).  Acreditamos, que somente através da luta direta dos(as) estudantes podemos garantir um ensino superior público, gratuito e de qualidade, afastando assim essa visão mercadológica que invade as universidades e que subordina ensino, pesquisa e extensão aos interesses dos capitalistas, ao invés de estarem à serviço da classe trabalhadora.

 

Plebiscito Popular. A luta não pode parar...

De 1º a 9 de setembro ocorreu em todo o país a terceira edição do Plebiscito Popular nacional, que neste ano trouxe quatro temas preciosos para apreciação dos lutadores(as) brasileiros(as): a re-estatização da Companhia Vale do Rio Doce, que foi fraudulentamente privatizada por FHC e mantida por Lula;  o não pagamento da dívida pública, uma das grandes amarras do Capital sobre o país, cuja priorização inviabiliza os investimentos nos setores públicos (saúde, educação, etc); o balanço da privatização do setor elétrico, que faz com que hoje o povo pague até 8 vezes mais que as grandes empresas; e a reforma da Previdência de Lula, que ataca direitos dos trabalhadores (as) – como o fim das aposentadorias especiais de professores e trabalhadores(as) rurais, aumento da contribuição  para 40 anos, desvinculação do valor do piso previdenciário do salário mínimo, entre outros.

A Universidade Estadual do Ceará, reconhecida no Brasil inteiro pela tradição de luta, simplesmente rechaçou a política econômica neoliberal do atual governo, pois deu um grande NÃO no Plebiscito. Agora é hora de irmos às ruas e prepararmos uma boa mobilização no dia 25 próximo. 

 

Para darmos prosseguimento a luta pela re-estatização da Vale do Rio Doce, para derrotarmos as reformas neoliberais, para dizermos um NÃO à política neoliberal de Lula (que, dentre outras coisas, desvia bilhões de reais para os banqueiros nacionais e estrangeiros) convidamos tod@s os estudantes a participarem de uma grande manifestação pública no dia 25 de setembro – dia da entrega do resultado do Plebiscito Popular 2007.

Vamos sacudir Brasília! Já em outubro, a CONLUTAS e a CONLUTE estarão convocando uma grande Marcha à Brasília contra as reformas e a política neoliberais do Governo Lula. Junto a isso devem se incorporar as diversas campanhas salariais desse segundo semestre que prometem abalar mais uma vez a suposta calmaria social do país. Aqui na UECE devemos começar, de forma ampla, a organizar essa Marcha, que será o ponto alto do calendário de lutas tirado no Encontro Nacional contra as Reformas no dia 25 de março, em São Paulo.   

 

- Abaixo a Resolução R$ 1,99! Pelo fim dos cursos pagos na UECE! Fora IEPRO!

- Abaixo a Reforma Universitária de Lula, UNE e Banco Mundial!

- Construir o boicote ao ENADE!

- Todo apoio à luta dos professores! PCCV já! 130% em 2 anos!

Convite aos estudantes da UECE

Reunião aberta do grupo “Não devemos temer os que detêm o poder!”

Quando?  - dia 20 / 09 (quinta-feira) às 17h

Onde? - no finalzinho do bloco G, próximo a sala G-1

Só a luta muda a vida!

 

Escrito por o grupo às 10h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

17/09/2007


reunião

REUNIÃO ABERTA DO GRUPO "NÃO DEVEMOS TEMER OS QUE DETÊM O PODER"

LOCAL: CANTINHO DA G1

QUANDO: 20/09/07 (QUINTA-FEIRA)

HORÁRIO: 17h

PAUTA:

* CONLUTE (COORDENAÇÃO NACIONAL DE LUTA DOS ESTUDANTES)

* INDICATIVO DE GREVE DOS PROFESSORES

* ATIVIDADES (25 DE SETEMBRO E MARCHA À BRASÍLIA)

COMPAREÇAM!!!

Categoria: ATIVIDADES
Escrito por o grupo às 10h51
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

11/09/2007


REUNIÃO

REUNIÃO DO GRUPO ''NÃO DEVEMOS TEMER OS QUE DETÊM O PODER...'' AS 17H EM PONTO DO DIA 12 (PRÓXIMA QUARTA) NO CANTINHO DA SALA G1.

 
    A IDÉIA É AVALIAR NOSSA ATUAÇÃO NA JORNADA DE LUTAS E NO PLEBISCITO POPULAR E DISCUTIR AS PRÓXIMAS ATIVIDADES...

Categoria: ATIVIDADES
Escrito por o grupo às 14h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

A Luta das mulheres é todo o dia: Para barrar as reformas do Governo Lula

Por Alê Lopes
CACH Unicamp- Construindo a Conlute
.

 

As mulheres, em toda sua história, tiveram que enfrentar um enorme desafio: lutar contra o sistema que as explora e oprime. Foi por isso que Clara Zetkin, militante socialista, propôs durante a Segunda Conferência Internacional da Mulher Trabalhadora, em 1910, que fosse instituído um dia Internacional para resgatar o histórico heróico de lutas das mulheres e reafirmar a necessidade da organização para conquista de direitos e defesa da exploração e da opressão.

Em todo o mundo, o capitalismo em crise tenta ganhar fôlego, e para continuar garantindo o lucro das empresas e dos banqueiros impõe violentas políticas neoliberais que atacam todos os trabalhadores, em especial as mulheres, retirando direitos trabalhistas e sociais. No Brasil, não é diferente. As reformas neoliberais implementadas pelo governo Lula são os mais brutos ataques que as mulheres já sofreram nos últimos tempos. Os direitos históricos que foram conquistados com muita luta estão sendo ameaçados pela busca insaciável do lucro pelo capitalismo.

A reforma da previdência prevê aumentar a idade mínima para a aposentadoria das mulheres para 65 anos, igualando-a a idade exigida para os homens. Isso mostra como o governo não reconhece a dupla jornada de trabalho da mulher, que além de desempenhar atividade no mercado de trabalho, também realiza as tarefas domésticas, como cuidar dos filhos, do marido e do lar. Um verdadeiro absurdo! Como se não bastasse, com a reforma trabalhista o governo pretende retirar o direito ao 13º salário, as férias integrais e reduzir a licença maternidade, direitos históricos tão duramente conquistados.

Os primeiros passos para aprovação dessas Reformas já foram dados com a aprovação do Super Simples que flexibiliza as leis trabalhistas para os trabalhadores das pequenas e médias empresas, na sua grande maioria mulheres. O PAC, tão propagandeado pelo governo como Programa de Aceleração do Crescimento, permite a captação de verbas pelo uso do dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia dos Trabalhadores) que visa ser aplicado em obras de infraestrutura como estradas ou setores estratégicos que garantam a continuidade dos grandes empresários e banqueiros, pelo congelamento do salário mínimo (é bom lembrar que das pessoas que recém apenas um salário mínimo, 57% são mulheres) - que não poderá ser reajustado para além do índice inflacionário anual durante 15 anos.

Para as jovens estudantes a aprovação da Reforma Universitária de Lula também é sinônimo de duros ataques. O objetivo da reforma é consolidar a educação como mercadoria, ou seja, mais um ramo muito rentável para os grandes banqueiros e investidores financeiros. O financiamento das universidades públicas é deixa de ser responsabilidade do Estado e fica nas mãos da iniciativa privada, que tem como prioridade a obtenção de altos lucros. Isso significa cortes na verba destinada para a assistência estudantil. Por exemplo, para a construção de creches, atendimento especial à saúde da mulher e moradia estudantil.

Por isso, não podemos nos enganar com as "mirabolantes" políticas que o governo diz realizar para as mulheres, como a Lei Maria da Penha, que num primeiro momento parece um avanço jurídico, mas na verdade não passa de uma cortina de fumaça para esconder a verdadeira miséria social e a violência na qual estão submetidas as mulheres pobres e trabalhadoras. Além disso, o governo cortou 42% de toda a verba da Secretaria Especial de Políticas para a Mulher do governo, deixando apenas R$ 7 milhões para o ano de 2007. Além disso, o governo não garante uma política de segurança física e psicológica para a mulher através da construção de casas abrigo e devido atendimento na rede pública de saúde.

Só podemos alterar a situação na qual vivem as mulheres se estivermos todas e todos organizados e mobilizados, entendendo que a luta das mulheres é a luta do conjunto dos trabalhadores e da juventude. Portanto, façamos do 8 de março um dia de luta, mas não só nesse dia. É tarefa de cada estudante travá-la todos os dias em cada sala de aula, em cada centro acadêmico e DCE tomando nas nossas mãos as bandeiras feministas e as bandeiras gerais na mais ampla unidade.

- Contra toda forma de violência à mulher!

- Por assistência estudantil plena! Garantia de creche e moradia para as estudantes mães!

- Contra as Reformas Trabalhista, da Previdência e a Universitária!

Escrito por o grupo às 14h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/08/2007


Ato na UECE
08/08/07 às 9:00
Concentração: corredor central

->O ato está sendo chamado pelo movimento dos bolsistas da PRAE que estão com a auxilio atrasado a 3 meses, é importante q os demais setores em luta(professores e servidores na luta pelo PCCV;entidades na luta contra a resolução 199;bolsistas de monitoria,FUNCAP,CNPQ,PET'S,PRONERA que também estão com seus auxilios atrasados; estudantes de cada curso com suas pautas específicas...)participem e transformem esse ato em uma grande manifestação em defesa da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade,pois só a unidade destes setores pode garantir a vitória destes movimentos e o atendimento de suas reivindicações.
SÓ A LUTA MUDA A VIDA!

Escrito por o grupo às 14h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

16/07/2007


UNE recebeu mais de R$ 5 milhões no governo Lula

Historicamente conhecida por intensas manifestações contrárias a abusos governamentais, a União Nacional dos Estudantes (UNE) parece ter perdido o fôlego nos últimos tempos, apesar do surgimento de diversos casos de corrupção envolvendo autoridades políticas. Esta semana, a entidade comemora os 70 anos de luta em um Congresso em Brasília, sob a bandeira de garantir sua independência. Não é a toa, já que nos últimos anos a proximidade da UNE com o poder público aumentou significativamente, ao menos em termos financeiros. Desde o início do governo Lula, a entidade estudantil recebeu R$ 5,3 milhões da União. O valor corresponde a quase quatro vezes o total de repasses feitos nos oito anos de Fernando Henrique Cardoso.

Desse total, só este ano, R$ 2 milhões contribuíram para incrementar as ações promovidas pela UNE. Do montante total repassado desde 2003, a maior parte saiu do Ministério da Cultura. De janeiro para cá, a Pasta comandada por Gilberto Gil foi responsável praticamente pela totalidade do repasse. De acordo com levantamento realizado no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o dinheiro serviu para financiar atividades de cultura e arte promovidas pela UNE, além do projeto Cinema em Movimento, que tem como objetivo criar um circuito de exibição de filmes longa metragem.

Além do empurrãozinho cultural, este ano, a entidade representativa dos estudantes também recebeu recursos da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, órgão vinculado à Presidência da República. A Secretaria repassou R$ 45,6 mil para contribuir com a realização do II Encontro das Mulheres da UNE, no intuito de estimular a organização das mulheres a partir da formação de coletivos feministas nas universidades

Apenas no primeiro semestre do ano festivo para os estudantes, o repasse para a entidade em 2007 já é o maior dos últimos 12 anos. Entre 1998 e 2001, ano marcado pelo combate do movimento as privatizações na gestão FHC, a UNE não recebeu um centavo do governo. O mesmo aconteceu em 1996 e, em 1997, o repasse foi de apenas R$ 75. A contribuição financeira da União à entidade só foi se tornar expressiva a partir de 2002, ano eleitoral, em que os repasses atingiram R$ 1 milhão. O curioso é que, desse dinheiro, mais da metade (R$ 536,6 mil) foi transferida em 31 de dezembro, véspera da posse do novo presidente.

Para o cientista político da Universidade de Brasília, Leonardo Barreto, os repasses federais influenciam diretamente na mudança de comportamento de entidades civis, sobretudo aquelas que costumam fazer oposição à administração, como a UNE. "O atual governo, de maneira geral, procurou atrair grande parte dos movimentos sociais e fez questão de tê-los ao seu lado durante a gestão. A maneira de conseguir isso na política brasileira é distribuindo cargos ou recursos públicos", salienta.

O especialista relembra que a entidade sempre esteve ligada a partidos de esquerdas, sobretudo o PCdoB, que está no comando da presidência da UNE há 15 anos. Diversos líderes fizeram carreira aí, entre eles o ex -presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB – SP), que dirigiu a UNE no início da década de 80 e o atual Ministro do Esporte, Orlando Silva, que foi presidente da entidade entre 1995 e 1997. Enquanto ainda estava na função de secretário-executivo da Pasta Esportiva, Orlando Silva assinou um convênio que repassou R$ 199,6 mil, em 2004, para a entidade que presidiu no passado. O dinheiro serviu para financiar a realização dos 52º Jogos Universitários Brasileiros, realizado no período de 9 a 18 de julho, em São Paulo. Foi a primeira vez que a UNE recebeu recursos públicos para essa finalidade.

Na eleição deste domingo (8), o atual presidente da UNE, o também filiado ao PCdoB, Gustavo Petta deverá fazer seu sucessor, a estudante de Jornalismo gaúcha Lúcia Stumpf, mantendo assim o domínio do partido. A previsão é de que a chapa encabeçada por Stmpf obtenha mais de 70% dos votos dos delegados. Se sair vencedora, a "nova" direção refletirá a coalizão governista de Lula, já que além do PCdoB, terá o apoio da maior parte das tendências petistas (Mudança, Movimento de Ação e Identidade Socilista, Democracia Socialista e Movimento PT), PMDB e PDT. Na pauta, a chapa pretende não mais se deixar atrair pelo discurso inflamado de outros tempos.

Barreto destaca que nos últimos dois anos, a entidade estudantil pouco se manifestou diante das descobertas de corrupção envolvendo autoridades governamentais. Sem contar que esteve distante das iniciativas mais visíveis do movimento estudantil, como a última ocupação da Universidade de São Paulo (USP), em que a maior parte dos alunos acatou um documento em que ficou registrado que a UNE não os representava.

Ao contrário do que acontecia antes, segundo o especialista, em alguns casos, inclusive, os o movimento saiu às ruas em apoio ao presidente. "Não há duvidas de que tais repasses ajudaram a amenizar os ânimos", destaca Barreto. Diante das declarações dos representantes da UNE, que durante o Congresso, levantaram a bandeira de maior independência da entidade, o cientista político diz que a iniciativa satisfatória, mas considera difícil que ela seja atingida em sua plenitude, com a "ajuda" financeira dos cofres públicos.

Durante o Congresso os estudantes defenderam para o segundo semestre uma atuação mais combativa e com imagem menos ligada ao presidente Lula. Apesar disso, em entrevista desta semana ao jornal Valor Econômico, Petta nega que a entidade tenha sido nos últimos anos conciliadora demais com o governo. "A UNE sempre teve apoio governamental. A diferença agora é que há diálogo. Fernando Henrique nunca nos recebeu. Paulo Renato (ex-ministro da Educação no governo FHC) só nos recebeu uma única vez, em 2001, para negociar o fim da uma greve", disse.

Ele atribuiu ainda a pouca atuação à própria desmobilização dos estudantes. Um levantamento do Ibase e do Instituto Pólis demonstra que 75% dos estudantes entrevistados nunca estiveram em uma associação estudantil e 92% jamais estiveram atrelados a partidos. O Contas Abertas entrou em contato com o assessor de imprensa da UNE, Rafael Minoro, para saber sobre os repasses federais e a proximidade da entidade com o governo, mas ele informou que os representantes da entidade só se manifestariam sobre o assunto na próxima semana, após o término do Congresso em Brasília.


Mariana Braga e Leandro Kleber
Do Contas Abertas

Escrito por o grupo às 14h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

O atrelamento da UNE ao governo já é tão descarado que
nem a própria imprensa governista do Diário do
Pará(PMDB) faz questão de esconder...

ELEIÇÃO

UNE escolhe nova diretoria

De braços dados com o governo desde a posse do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, a União
Nacional dos Estudantes (UNE) sopra as velas de 70
anos mergulhada num impasse. Acusada de aderir ao
Planalto em troca de verbas oficiais, enfrenta
dissidências à esquerda e vê seus filhotes radicais
abocanharem fatias cada vez maiores do movimento
estudantil.
Apesar das críticas, o apoio a Lula deve ser
confirmado hoje, com a eleição da gaúcha Lúcia Stumpf,
de 25 anos, para a presidência. Na expectativa de
receber mais de 70% dos votos, é filiada ao PCdoB e
milita na União da Juventude Socialista, que controla
a entidade desde 1991.
Com pouco mais da metade das folhas do calendário de
2007 em branco, a UNE já bateu o recorde de recursos
federais recebidos num ano. Até o último dia 2, o
governo repassou R$ 1,99 milhão à entidade - a maior
parte em convênios com o Ministério da Cultura. Dados
do Siafi obtidos pela ONG Contas Abertas mostram que,
desde a chegada de Lula ao poder, as verbas somam R$
5,3 milhões, contra R$ 1,1 milhão nos oito anos de
mandato de Fernando Henrique Cardoso.
O levantamento não inclui repasses de empresas
estatais. Orçado em R$ 900 mil, o 50º Congresso da
entidade, que se encerra domingo em Brasília, teve a
metade das despesas bancadas por Petrobras, Caixa
Econômica Federal e Correios. Apesar da escalada de
recursos oficiais, o presidente que se despede,
Gustavo Petta, diz que a UNE preserva a independência
crítica.
- Nosso apoio é baseado em convicções políticas. Não
tem a ver com o repasse de verbas - afirma.
Em 2005, no auge da crise do mensalão, a entidade foi
atacada por não promover protestos contra a corrupção.
Petta diz ter livrado os estudantes de se juntarem à
“tropa de choque da direita”. A opção fortaleceu
dissidências como a Conlute, ligada ao PSTU, que
comandou a recente greve na Universidade de São Paulo
(USP).

Escrito por o grupo às 14h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

12/07/2007


Resolução 199 é um ataque ao Ensino Superior Gratuito, Público e de Qualidade!

Art.1°.A Fundação Universidade Estadual do Ceará,realizará em parceiria com o IEPRO(Instituto de Estudos,Pesquisas e Projetos da UECE), atividades de fomento ao ensino, pesquisa e extenção, de caráter auto-sustentável, com exceção das praticadas pela Comissão Executiva do Vestibular da UECE,como vestibular, concursos públicos, com o conhecimento e aprovação prévia dos projetos pelo presidente da FUNUCE para continuidade dos mesmos.

§1°A parceria objeto desta regulamentação será executada através de convênios, contratos, parcerias, acordos, manifestação de interesses,protocolos de intenções ou ajustes e transferida à sociedade por meio de cursos sequênciais ou afins, cursos de extenção, cursos de pós-graduação Lato Senso, cursos de mestrado profissional ou outros cursos auto-sustentáveis de qualquer outro nível ou modalidade, consultorias,assessorias, elaboração de projetos, realização de pesquisas, concursos e outras formas afins de atuação.

§2°.A interveniência do IEPRO dar-se-á através da gestão finaceira e de pessoal dos projetos especificados no parágrafo anterior, podendo, ainda, contribuir na concepção, aconpanhamento e avaliação desses projetos, quando neles assi previsto.

Parágrafo Único-As atividades a serem desenvolvidas nos projetos poderão envolver a utilização de instalações e equipamentos da Instituição, sendo o seu coordenador responsável por eventuais danos causados por imprudência, negligência ou imperícia.

Art.5°. O IEPRO obriga-se a abrir conta específica para cada projeto ou curso, mantendo em boa ordem a escrituração contábil e os comprovantes das receitas arrecadadas e despesas realizadas, devendo viabilizar o acesso ao coordenador da movimentação da conta bancária aberta em nome do projeto, para fins de acompanhamento e avaliação e, ao final do projeto ou curso, elaborar e apresentar a competente prestação de contas.

Art.7°.Cada curso deverá observar a seguinte destinação de recursos:

I-70% para a execução,aí contemplando pagamento de professores, técnicos, consultores, coordenadores, pessoal de secretaria e terceiros, encargos patronais, impostos, inclusive ISS quando for o caso, material didático e de expediente, equipamentos, aluguel de salas ede equipamentos, propaganda e outros afins.

II-9% para o IEPRO, como contrapartida de suas despesas operacionais.

III-21% para a FUNECE, para a aplicação no custeio e investimentos de suas atividades.

§4°.Todos os recursos a serem destribuidos serão depositados em contas bancárias específicas abertas pelo IEPRO, a quem caberá autorizar, mediante a criação de senha o acesso dos coordenadores às informações bancárias, previstas no Art.5°.desta resolução.

§5°.Preferencialmente, os recursos destinados à FUNECE serão transferidos na forma de bens e serviços, de acordo com as necessidades destinadas pela propria Fundação ou previamente previstas no projeto.

(texto extraído da Resolução 199,sem alterações)

 

EM OUTRAS PALAVRAS:

 

A RESOLUÇÃO 199 REGUALAMENTA A IMPLANTAÇÃO DE CURSOS PAGOS DENTRO DA UNIVERSIDADE.

O Movimento Estudantil da UECE vem denunciar a toda a comunidade acadêmica o criminoso processo de privatização que nossa universidade atravessa . A inconstitucionalidade com que o IEPRO(Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos) vem atuando no cotidiano da UECE, tenta serlegitimada pelo Conselho Diretor da FUNECE,através da aprovação da resolução 199 (27/02/07), que visa regulamentar a abertura e desenvolvimento de atividades acadêmicas privadas nas áreas do ensino,pesquisa e extensão.Em todo o país diversas ações contra a presença de institutos privados nas universidades públicas, estão sendo desenvolvidas pelo ANDES - SN (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior) e por diversos setores do Movimento Estudantil, obtendo-se diversas vitórias políticas e judiciais.Por acreditar que a Universidade Pública,deve ser gratuita,democrática e de qualidade, fazemos um chamado a todos(as) que defendem a educação como um direito universal de todo o povo brasileiro a se somarem na luta pela revogação da resolução 199 e pela auditoria no IEPRO.

Escrito por o grupo às 10h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

05/07/2007


Reunião do grupo

Não devemos temer os que detêm o poder

dia 06/07 ,17h, no cantinho da G1

comparecam!!!

Escrito por o grupo às 14h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

26/06/2007


 “Organizar a esperança,
conduzir a tempestade,
romper os muros da noite.
Criar sem pedir licença,
um mundo de liberdade.”
Pedro Tierra

NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA DIA 22, APÓS UMA MESA-REDONDA SOBRE O PROCESSO DE MERCANTILIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR, PARTE DO EEPe(ENCONTRO ESTADUAL DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA), FOI REALIZADO NA UECE UM ATO EM DEFESA DA UNIVERSIDADE.AO SOM DE PALAVRAS DE ORDEM:"QUEM DISSE QUE SUMIU O MOVIMENTO ESTUDANTIL" , "Ô LULA QUE TRAIÇÃO,ESSA REFORMA É PRIVATIZAÇÃO" , "NÃO PAGO,NÃO PAGO,EDUCAÇÃO NÃO É SUPERMERCADO" E "VÊM PRA LUTA VÊM,CONTRA A REFORMA",DIVERSAS REPRESENTAÇÕES ESTUDANTIS(ESTUDANTES DE DIVERSOS CURSOS DA UFC,C.A. DE PEDAGOGIA DA UECE,C.A. DA GEOGRAFIA DA UECE,COMISSÃO GESTORA DO DCE DA UECE,ESTUDANTES DE FISICA,HISTÓRIA,SERVIÇO SOCIAL ENTRE OUTROS) FIZERAM UM ARRASTÃO PELOS CORREDORES DA UECE. O ATO CULMINOU COM O BLOQUEIO DA DEDÉ BRASIL E UM BALÃO COM OS VEICULOS QUE PASSAVAM.AO FINAL DA MANIFESTAÇÃO OS ESTUDANTES SE REUNIRAM E ENCAMINHARAM UM CONSELHO DE ENTIDADES AMPLIADO PRA DISCUTIR QUESTÕES COMO A ORGANIZAÇÃO DA LUTA CONTRA A REFORMA UNIVERSITÁRIA E O APOIO A LUTA DOS PROFESSORES E SERVIDORES.

CONSELHO DE ENTIDADES AMPLIADO

26/06/07 ÁS 17:00

AUDITÓRIO DA PROAGRAD

PARTICIPE!!!

 


 

Escrito por o grupo às 12h24
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

21/06/2007


Congresso do DCE da UFAL aprova ruptura com a UNE e entrada na Conlute
João Paulo da Silva, de Maceió (AL)



• Estudantes da Universidade Federal de Alagoas demonstraram, mais uma vez, que o processo de reorganização do movimento estudantil segue ganhando força. Realizado entre os dias 13 e 17 de junho, o V Congresso do DCE/UFAL, que teve o tema “Contra a Reforma Universitária – Unir, lutar para não privatizar”, reuniu 107 delegados e aprovou importantes resoluções para o fortalecimento da luta dos estudantes. Entre elas, a ruptura do DCE com UNE e a sua entrada na Coordenação Nacional de Luta dos Estudantes (Conlute).

Romper com a UNE inimiga do estudante!
O aumento do sentimento anti-UNE entre os estudantes mostrou sua força durante a última ocupação da reitoria da UFAL, ocorrida no mês de maio. O rechaço ao pelego Gustavo Petta na universidade foi uma expressão disso. Mas a grande demonstração de que é possível organizar o movimento estudantil para a luta teve seu pico quando foi aprovada, por contraste absoluto, a ruptura com a UNE.

Tamanha rejeição é parte do rico processo de reorganização que vive o movimento estudantil, em que a Conlute desponta como alternativa.

Entre as resoluções de lutar contra a reforma universitária do governo Lula/PT e todos os seus projetos paralelos (Universidade Nova e Reuni), o congresso também aprovou a filiação do DCE/UFAL à Conlutas, afirmando mais uma vez a necessidade da união entre estudantes e trabalhadores.

UJS, PT e PCR boicotam congresso
Atualmente o DCE/UFAL é dirigido pelos governistas da UJS e do PT. Esse fato torna ainda mais importante a resolução de ruptura com a UNE e a entrada na Conlute. Durante várias vezes, os governistas tentaram inviabilizar a realização do congresso. Primeiro tentaram adiá-lo. Depois, partiram para o boicote descarado. Mesmo com a UJS afirmando que o congresso era ilegítimo, estudantes ligados ao grupo Além do Mito, militantes independentes e do PSTU realizaram a atividade, demonstrando a disposição de luta que cresce a cada dia.

Mas não foram apenas os governistas que boicotaram o congresso. O PCR também aplicou a mesma política. Embora o PT/AE e o PCR tenham participado dos grupos de discussão (GDs), não estiveram presentes durante a plenária final. Enquanto o movimento estudantil se reorganizava para a luta, a UJS, o PT e PCR estavam muito ocupados com a campanha para o congresso da UNE (Conune), entidade burocratizada e apodrecida que defende o Governo Lula e suas reformas.

[ 19/6/2007 16:32:00 ]

Escrito por o grupo às 09h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

14/06/2007


Manifesto da Frente de Luta contra a Reforma Universitária

• A luta contra a Reforma Universitária tem se tornado mais que necessária. Após a aprovação do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), da Lei de Inovação Tecnológica, do PROUNI, do Decreto de Fundações, e a elaboração de três Anteprojetos de Lei do Ensino Superior, o envio, em julho passado, do PL 7.200/06 ao Congresso (bem como suas inúmeras emendas - a maioria de caráter privatizante) demonstrou definitivamente que o Governo e os empresários da educação estão consolidando seu ataque frontal à educação pública e de qualidade. Em todo o texto do PL, tenta-se confundir o público com o privado e ampliar a desregulamentação das Instituições de Ensino Superior, diminuindo a sua qualidade.

Nele, são regulamentados: critérios de produtividade e fundações para impor o autofinanciamento da IES públicas, via verbas privadas; para tanto, será permitida a cobrança pela pós-graduação lato sensu e cursos de extensão. Nas federais, as propostas de percentual de verbas para o financiamento das IFES e da Assistência Estudantil não se ampliam de fato, mantendo-se insuficientes. Nas particulares, não consta nenhuma regulamentação sobre o aumento de mensalidades e ou garantia de assistência estudantil. Enquanto isso, o Ensino à Distância é regulamentado, como meio principal de expansão de vagas (e do setor privado).

Diante desta conjuntura, iniciativas em todo o Brasil surgiram na tentativa do combate a esta reforma: atos de executivas de curso (como os atos públicos nos encontros de área), campanhas (como o boicote ao ENADE organizado pelo FENEX - Fórum de Executivas e Federações de Curso), calouradas, manifestações regionais (como o ato no Paraná contra a mercantilização do ensino, pra barrar a Reforma) ou mesmo manifestações nacionais (como a recente caravana pela retirada do PL 7.200/06), mostrando que a luta contra a reforma possui ainda um enorme potencial.

Para unificar estas iniciativas, surgiu a Frente de Luta contra a Reforma Universitária, iniciativa esboçada no Fórum de Executivas e Federações de Curso que está sendo construída por várias entidades de todo o Brasil, unidas em defesa das bandeiras históricas do movimento estudantil e da Universidade Pública, gratuita e de qualidade e para combater esta reforma.

É nossa tarefa ampliar o debate sobre a Reforma, denunciando seu caráter privatizante e organizando a luta em cada universidade. Já demonstramos nossa força na defesa da educação pública e a unidade sempre foi imprescindível para a vitória. Para isso, devemos contar com a união de todos os setores do ME e também com nossos companheiros trabalhadores (organizados no ANDES, na FASUBRA, no SINASEFE, entre outros). Iniciativas como a marcha em Brasília contra as Reformas, em 25 de novembro de 2004, são hoje mais do que necessárias para sairmos vitoriosos nessa luta.

Por isso, nós chamamos a todos os estudantes, entidades (CAs, DCEs, Executivas e Federações de curso) e campos do movimento estudantil para se somar à construção da Frente de Luta contra a Reforma Universitária.

Entidades que assinam a construção da Frente contra a Reforma Universitária:

EXNEL - Executiva Nacional d@s Estudantes de Letras, ENESSO - Executiva Nacional d@s Estudantes de Serviço Social, ENECOS - Executiva Nacional d@s Estudantes de Comunicação Social, ENEFAR - Executiva Nacional d@s Estudantes de Farmácia, CONEEG - Confederação Nacional de Entidades Estudantis de Geografia, EXNETO - Executiva Nacional d@s Estudantes de Terapia Ocupacional, FEMEH - Federação do Movimento Estudantil de História, DENEM - Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina, DCE UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas, DCE UFF - Universidade Federal Fluminense, DCE UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora, DCE UFES - Universidade Federal do Espírito Santo, DCE UFS, DCE UECE - Universidade Estadual do Ceará, DCE "Francisco Alves Capucho Jr." (UNISO), DCE - UTFPR - Ponta Grossa, DCE - FAFIPAR - Paranaguá, Conselho de CAs PUC-SP, CACH - Unicamp, CAFARMA - Unicamp, CA 06 de Outubro - Letras UFRJ, CAEBA UFRJ, CASS UFRJ, CAFIL UFPR, CA de Comunicação Social - UFPR, CA de Educação Física - UFPR, CA de Nutrição - UFPR, CA de Zootecnia - UFPR, CA de Farmácia - UFPR, CA de Psicologia - UFPR, CA de Engenharia Ambiental - PUC/PR, CA de Geografia Eugênio Malanski - UEPG, DA de História Manel Viana - FAFIPAR, CAFi - CA da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, CACAM-UFS - Centro Acadêmico "CAIO AMADO" - ciências sociais- UFS, CAHIS - CA de História da ULBRA, CASS - CA de Serviço Social da ULBRA, DAPE - DA de Pedagogia UERGS / Porto Alegre, DALE - DA de Letras do IPA, CA de Administração da FACENSA, DAOM - DA Oito de Maio UDESC, DART - DA de Artes UDESC, CAHIS - História - UFU, CATUR - Centro Acadêmico de Turismo da UFPA, CADED - Direito/UFPA - Santarém, CAECOMP - Ciência da Computação - UFPA, CAFCA - Filosofia UFMG, CACOS - UERJ, CAELL - Letras USP, CA de Serviço Social da PUC-SP, CA de Arquitetura UFJF, CA de Ciências da Computação UFJF, DA de Geografia da UFJF, CA Turismo UFJF, CA História UFJF, CA Psicologia UFJF, CA Ed. Física UFJF, DA Biologia UFJF, GETU Grêmio CTU/UFJF, CA Serviço Social UFJF, CAGEM - Geografia - UEPG, CEGE - Geografia - USP, CAHIS - História - USP, CAE - Enfermagem - Unicamp, CAF - Física - Unicamp, CA Ruy Barbosa - Ed. Física e Esporte - USP, CA 23 de Abril - FATEC - SP, CA Benevides Paixão - Comunicação PUC-SP, DA Di Cavalcanti (Artes, Arquitetura e Comunicação) - Unesp - Bauru, DA ICB UFMG, CACL - Letras PUC - SP, CACS - PUC - SP, DAMK - Diretório Acadêmico Maria Kiehl - Serviço Social UFF, CA de Ciências Sociais UEM, CAEF UEM, CA de Matemática UEM,


Escrito por o grupo às 15h48
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/06/2007


Grupo

Não Devemos Temer os

Que Detêm o Poder

 

construindo a

 

 

 

- Nenhum delegado ao CONUNE fraudado e governista! Boicote já!

- Abaixo os decretos de Lula e dos governos estaduais!

- Em defesa da autonomia universitária! Educação não se faz por decretos!

- Contra a Reforma Universitária de Lula, do FMI e da UNE!

- Mais verbas públicas para a educação pública!

 

- Contra toda forma de intervenção privatista na universidade pública!

 

Escrito por o grupo às 14h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

PORQUE NÃO DEVEMOS IR AO CONGRESSO DA UNE - CONUNE?

 

   Neste momento, queremos abrir um canal de diálogo amplo e fraterno com todos (as) os (as) estudantes da UECE. Dentro de alguns dias ocorrerá o 50º Congresso da União Nacional dos Estudantes - CONUNE e desde já algumas correntes do Movimento Estudantil se preparam para elegerem delegados, semeando a ilusão de que dentro dos fóruns da UNE é possível lutar em defesa das bandeiras históricas e imediatas do ME.

 

  Nós do grupo “NÃO DEVEMOS TEMER OS QUE DETÊM O PODER” acreditamos que esta atitude é equivocada e defendemos o BOICOTE À ELEIÇÃO DE DELEGADOS DO CONUNE. Por vários motivos:

 

1º) A UNE é co-autora da reforma universitária que tem por objetivo a privatização do ensino superior;

 

2º) Esta entidade se degenerou politicamente e se burocratizou devido ao enorme lucro obtido através das carteirinhas de estudante, além de ser o “braço direito” de Lula dentro do ME;

 

3º) Não apoiou nenhuma greve, nem as ocupações de reitoria, como por exemplo, as greves da USP, UFAL, UFMA, UFRGS, além de organizar movimentos reacionários, como por exemplo por movimento “no greve” na UFF (2005).

 

4º) Recebeu mensalão do governo Lula e da Rede Globo;

 

5º) Seus fóruns são fraudulentos, antidemocráticos, e, normalmente, as oposições são reprimidas violentamente, além de organizar atos em defesa do governo Lula;

 

6º) A UNE apóia o aumento de salário exorbitante dos parlamentares e a INVASÃO militar no Haiti, comandada por tropas brasileiras;

 

  Acreditamos que esta entidade está morta para as lutas dos estudantes. Alertamos sobre a necessidade de organizar os estudantes contra o governo Lula e contra as reformas, principalmente a reforma universitária, e essa luta não será conseqüente por dentro da UNE, uma vez que como diz o ditado “Quem não conhece o inimigo perderá todas as batalhas”.

 

  Aproveitamos o espaço para fazer um chamado aos camaradas de Frente de Oposição de Esquerda - FOE - para que rompam com esta entidade vendida e pelega, para que possamos fortalecer a FRENTE DE LUTA CONTRA A REFORMA UNIVERSITÁRIA.

 

 

Escrito por o grupo às 14h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Perfil

Histórico